Cnbb › 03/05/2019

57ª AG – 2019

Coletiva da 57ª Assembleia Geral dos Bispos da CNBB. Dom Vilson (sobre a Christus Vivit), dom Leomar (texto das novas diretrizes) e dom Geraldo (sobre os bispos eméritos) são os bispos convidados para esta rodada de perguntas.

Coletiva de Imprensa 

Dom Geraldo: “A AG não é uma espécie de associação dos bispos, um sindicato dos bispos, mas o encontro dos pastores da Igreja Católica no Brasil. Nos encontramos para partilhar nossa experiência pastoral e refletir sobre a realidade em que vivemos”.

Dom Geraldo: “é um encontro eclesial, é coisa da Igreja. E o que é da Igreja consta sempre com a presença de Jesus ressuscitado, contra com a Graça do Espírito Santo que ilumina os pastores.Assim entendemos a dinâmica da AG.”

Dom Geraldo: “Os bispos eméritos não são membros da CNBB, assim orienta o CDC.Não estando à frente de uma Igreja Particular, não convém que um bispo emérito intervenha nas decisões que outros vão cumprir.Como bispo emérito não tenho mais algumas funções.”

Dom Geraldo: “Essa é a primeira assembleia que participo como http://xn--emrito-cva.Meemérito.Me sinto muito bem aqui. Terminou minha função como bispo de Mariana, mas continua minha missão como bispo.Não tenho direito ao voto, mas tenho direito à palavra.”

Dom Geraldo: “A palavra dos bispos eméritos são importantes no processo da AG. É bonito ver a unidade da Igreja. Há um pluralismo saudável. Triste seria um pensamento único que caracteriza as ditaduras. Na diversidade construímos comunhão”.

Dom Vilson: “Privilégio ter participado do sínodo dos bispos, no Vaticano.Trago deste sínodo o documento final.O n.119 diz:’a Igreja em seu conjunto, ao se ocupar dos jovens, fez uma opção muito específica’. É uma prioridade pastoral histórica.”

Dom Vilson: “Papa Francisco ressalta que Jesus sempre é inspiração, e que o contato do jovem com Jesus sempre é de amizade”

Dom Vilson: “O documento traz uma linguagem bonita, de carta, como se fosse uma conversa com os jovens. Esse documento vai guiar o trabalho com a juventude ao longo dos próximos anos”

Dom Leomar: “Para falar das diretrizes é preciso dizer que é a maior expressão de colegialidade e missionariedade da #Igreja. Como pensar a Igreja no Brasil? Não podemos dar normas, mas é possível fazer indicações”.

Dom Leomar: “Nesta AG, cada parágrafo das diretrizes é votado. O direcionamento dado foi olhar o mundo urbano, não apenas a realidade das cidades.Onde entra a internet, a luz elétrica, ali está as características do mundo urbano. É um olhar do discípulo.”

Dom Leomar: “A CNBB se preocupa com a pessoa: solidão, anonimato, individualidade, suicídio, enfim, a crise do sentido da vida. Essas também são preocupações da Igreja diante de um mundo urbano.Muitos casos que se viver uma experiência privatizada da religião”.

Dom Leomar: “Nos baseamos na doutrina social da Igreja, que defende o humanismo integral do ser humano, da concepção até sua morte. As diretrizes tem um sentido geral: recuperar o sentido da casa, não enquanto moradia, mas enquanto lar”.

Dom Leomar: “É preciso voltar ao essencial.Não dá p/ ser missionário sem ser discípulo.Centralidade da Palavra. 2º pilar é o pão, como Liturgia. Seguimento de Jesus Cristo é celebrada. É uma santidade que leva ao encontro do outro. Terceiro pilar é a caridade”.

Dom Leomar: ” O 4º pilar é a missionaridade. A nossa casa não pode ficar de portas fechadas. Todo o texto insiste na formação de comunidade eclesiais missionárias. Pequenos grupos que se reúnem em torno de Jesus Cristo. Ver a qualidade no testemunho do cristão”.

Dom Vilson: “a família é a maior e principal referência para os jovens no mundo inteiro. Essa foi a pesquisa feita em todo o mundo pelo Sínodo. Revelar a sacralidade e importância da família”.

Dom Geraldo: “o bispo emérito precisa saber se retirar para dar ao espaço ao novo pastor, para deixar que o seu sucessor possa levar adiante a obra que agora é de todos”.

 

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