Notícias Diocesanas › 11/12/2015

Abertura do Ano da Misericórdia na Catedral de São José

Por: Padre Hallison Parro

Misericordiosos como o Pai! Esse é o convite que o Papa Francisco faz a todos os batizados, para que a Igreja revele a sua maternidade espiritual ao homem de hoje. Conforme orientação da Carta Apostólica Misericordiae Vultus, no Terceiro Domingo do Advento, as Igrejas Particulares deverão abrir na Catedral, Igreja-Mãe para todos os fiéis, uma Porta da Misericórdia. Por isso, no dia 13 de dezembro, às 10h da manhã, o bispo diocesano, Dom Tomé Ferreira da Silva, dará início oficial ao Jubileu Extraordinário da Misericórdia na Catedral de São José, com a celebração da Santa Missa e a abertura da Porta Santa.

Durante o Ano da Misericórdia, o Papa Francisco nos orienta a recuperar o valor do silêncio, para meditar a Palavra que nos é dirigida. Esse é um valioso caminho para se contemplar a misericórdia de Deus e assumi-la como próprio estilo de vida. Segundo o Papa, os fiéis católicos deverão praticar as obras de misericórdia corporal e espiritual ao longo deste ano, para experimentarem uma verdadeira adesão ao Senhor. São obras de misericórdia corporal: 1) dar de comer aos famintos; 2) dar de beber aos sedentos; 3) vestir os nus; 4) acolher os peregrinos; 5) dar assistência aos enfermos; 6) visitar os presos e 7) enterrar os mortos. São também sete as obras de misericórdia espiritual: 1) aconselhar os indecisos; 2) ensinar os ignorantes; 3) admoestar os pecadores; 4) consolar os aflitos; 5) perdoar as ofensas; 6) suportar com paciência as pessoas molestas e 7) rezar a Deus pelos vivos e defuntos.

Nos jubileus, sejam eles ordinários (convocados a cada 25 anos) ou extraordinários (instituído pelo Papa para uma ocasião especial), a Igreja concede aos fiéis a possibilidade de obter indulgência plenária. De acordo com a doutrina da Igreja, o pecado tem duas consequências: a culpa e pena. No Sacramento da Reconciliação, o ministro ordenado perdoa, em nome de Cristo e da Igreja, a culpa. Entretanto, a pena, que é a desordem ou as consequências que o pecado provoca no próprio pecador e nos outros, precisa ser reparada. Essa reparação é realizada de modo plenário (total) ou parcial. A misericórdia torna-se indulgência do Pai que, através da Esposa de Cristo, alcança o pecador perdoado e liberta-o de qualquer resíduo das consequências do pecado, habilitando-o a agir com caridade e a crescer no amor.

Para obter a indulgência plenária, todos os batizados deverão cruzar a Porta da Misericórdia nas igrejas provisionadas pelo Bispo. Em nossa diocese, apenas duas Igrejas terão a Porta da Misericórdia: a Catedral de São José (SJ Rio Preto) e a Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Votuporanga). Essa peregrinação deve ser acompanhada de confissão sacramental, participação da Santa Missa, um ato de fé (recitação do Credo apostólico ou Niceno-Constantinopolitano) e rezar pelas intenções do Santo Padre. Esses atos deverão ser realizados no mesmo dia. Podem-se aplicar as indulgências para si mesmo ou para um fiel defunto apenas uma vez por dia.

Na Catedral de São José, os fiéis poderão, ordinariamente, ter acesso ao sacramento da confissão nos seguintes horários:

Segunda-feira: 16h às 17h  

Terça-feira: 14h às 15h30

Quarta-feira:15h às 17h

Quinta-feira: 09h às 11h e das 14h às 15h30

Sexta-feira: 09h às 11h e das 14h às 15h30

Sábado- 09h às 12h

Domingo- 9h30 às 11h
*e após as missas das 19h30, de segunda a sexta-feira

Maiores informações: (17) 3234-4879 / (17) 3234-3166

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Leia Mais

Carta de Dom Tomé com orientações sobre as Indulgências para o Ano Santo da Misericórdia: http://bispado.org.br/orientacoes-sobre-as-indulgencias-para-o-ano-santo-da-misericordia.html

Símbolo do Ano da Misericórdia: http://bispado.org.br/32467.html

Orientações Pastorais para o Ano Santo da Misericórdia: http://bispado.org.br/orientacoes-pastorais-para-o-ano-santo-da-misericordia.html

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