Dom Tomé ordenará diáconos na celebração dos 89 anos da diocese

Carlos Ciol

Carlos é natural de Guapiaçu. Nascido em 15/06/1992, ingressou no Seminário Propedêutico Nossa Senhora da Paz em 2010 e em 2011 foi admitido ao Seminário Maior e Thiago nasceu em 21/11/1984 em São José do Rio Preto. Ingressou no Seminário Propedêutico em 2009 e, no ano seguinte, foi para o Seminário Maior Diocesano. Após os oito anos da formação seminarística, tendo recebido os ministérios de leitor e acólito e a admissão às Ordens Sacras no último dia 12/10, eles se preparam para receber o diaconato.

Thiago Batista

Dom Tomé ordenará diáconos no próximo dia 25/01/18 os seminaristas Carlos César Perpétuo Ciol e Thiago Fernandes Batista, que concluíram a teologia neste ano. Ao Diocese Hoje, eles falam sobre a importância do primeiro grau da ordem que receberão, como pretendem viver o diaconato e o que levam da formação no seminário.

 

D.H.: O que é ser Diácono na Diocese de Rio Preto?

Thiago: É colocar-se a serviço para a Igreja particular de São José do Rio Preto, vivenciando a fé por meio do primeiro grau da Ordem, através do anúncio da Palavra, do auxílio na Liturgia e da prática da Caridade.

Carlos: Penso que ser diácono é estar a serviço da Igreja, como colaborador do bispo diocesano e dos presbíteros. E estar serviço na liturgia, no anúncio da Palavra, no serviço ao povo, sobretudo na caridade aos mais pobres.

 

D.H.: Qual seu projeto pessoal de vida diaconal até à ordenação presbiteral?

Thiago: Quero estar junto da comunidade do povo de Deus, auxiliar o padre nos trabalhos pastorais, assistir os doentes, estar junto do bispo, conforme é expresso pelo grau do diaconato, cuidar do anúncio da Palavra de modo eficaz.

Carlos: Meu projeto pessoal de vida diaconal até a ordenação presbiteral é de estar a serviço da Igreja particular naquilo que for preciso, tendo como base o plano diocesano de pastoral e sempre em busca de se configurar a Cristo.

 

D.H.: Qual a sua avaliação dos oito anos de formação seminarística?

Thiago: Positiva e eficaz, pois por meio dela fomos instruídos nas bases nacionais para formação dos presbíteros: formação humano-afetiva, pastoral, intelectual, psicológica  e comunitária. Além disso, os estudos de filosofia e teologia em muito contribuíram para o meu crescimento pessoal, preparando-me para a vida sacerdotal.

Carlos: Esses oito anos de formação no seminário marcaram minha vida. Foi um período de muito aprendizado, de muitas alegrias, de dificuldades e de crescimento humano e espiritual. E tudo colaborou para que Deus pudesse me moldar para estar a serviço do seu povo. Por isso, sou muito grato à formação recebida no seminário.

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