› O Conde de Monte Cristo

OCondeDeMonteCristo_Bolso_0“O Conde de Monte Cristo”, é uma obra literária, na verdade um romance de Alexandre Dumas em colaboração com Auguste Maquet e concluído em 1844, obra está que foi adaptada para os cinemas com lançamento a 01 de maio de 2002 com 2h11min de duração sob direção de Kevin Reynolds.

O filme conta com a interpretação de dois grandes amigos, Fernand Mondego (Pearce) e Edmond Dantes (Caviezel). Edmond Dantes é um marinheiro simples e humilde de nacionalidade francesa mais especificamente da cidade de Marselha. Edmond tem uma noiva chamada Mercedes, que por sinal se trata de uma jovem muito bonita e que chama atenção por sua beleza do então amigo inseparável de Edmond, Fernand Mondego. Edmond é feliz em sua simplicidade de marinheiro, mora com o pai e tem o amor de Mercedes, enquanto Fernand é infeliz e vive com ele uma falsa amizade.

Em um determinado momento Fernand, que não consegue mais suportar a inveja interior que possui de Dantes (mesmo sendo de uma família nobre, muito rica), por este possuir uma belíssima mulher, acaba fazendo com que Dantes, um homem pobre e honesto, seja acusado de traição e assassinato, durante uma viagem à ilha de Elba, onde Napoleão Bonaparte se encontra exilado, Mondego vê a chance que tanto queria de acabar com Dantes, acusando-o de traição. Apoiado pelo Imediato do navio, Danglars, e pelo Juiz Villeford, Mondego consegue mandar Dantes para a prisão, no Castelo de If. Isolada do mundo, em uma ilha. Desolada, Mercedes agora sozinha, procura consolo nos braços de Mondego com quem se casa logo depois. Pois Dantes, ao longo dos anos que fica preso (em um minúsculo quarto de pedra), vai perdendo a fé em Deus, até que dá de cara com um padre Abade Faria que também estava preso e esse lhe ensina tudo, desde ler e escrever, esgrimir, bons modos, e juntos, levam a cabo um plano de fuga, perfurar um túnel até as muralhas para dali fugirem. Em uma das escavações acontece um desabamento e o Abade acaba por se ferir gravemente levando-o à morte. Com a morte do abade Dantes vê a chance de escapar da prisão colocando-se no lugar do abade morto e assim consegue fugir.

Quando os guardas e o diretor da prisão vão jogar o corpo no amar, não é o abade morto mas sim Dantes que com muita perspicácia havia se colocado no lugar do abade morto. Cheio de ódio e sedento por vingança encontra a sorte em um tesouro inominável (O abade antes de morrer havia lhe entregado um mapa indicando onde encontraria o tesouro e lhe pede que o use para o bem e não para o mal). Edmond  vira Conde, e começa a vingar-se de todos que o traíram, entre eles sua noiva, que se casou com Fernand. Edmond estuda minuciosamente a cada um. Mesmo tendo em mente o conselho do velho clérigo o Abade Faria ele se livra da prisão exatamente com o coração e a mente voltados totalmente para a vingança, sem pensar ou falar de Deus

(Na cela em que ficou por treze anos preso havia uma inscrição feita por outros prisioneiros “Deus me fara justiça”), acreditava que Deus o havia abandonado por tê-lo deixado sofrer por treze anos injustamente, mas chegando ao fim antes de levar a cabo a sua vingança ele terá uma revelação que mudara completamente sua vida fazendo-o se esquecer e se livrar da vingança que dominava a sua vida e não o deixava viver em paz.

O Conde de Monte Cristo não é material de Oscar, pode não ser um filme original, oferece uma boa reflexão acerca da amizade verdadeira e sincera do ciúme e da inveja, chegando ao fim ao amor verdadeiro que leva a se libertar de tudo aquilo que tanto lhe fez mal, fazendo enxergar a justiça de Deus que age através do amor e não por meio da vingança. Com muitas cenas de ação e suspense de um modo que faz-nos prestar muita atenção na história do filme. O Conde de Monte Cristo pode até ter sido um filme que já esteve em cena anos atrás, mas mesmo já tendo sido transposto para o cinema anteriormente ele continua empolgando quem o assiste.

Recomendo que assistam pois vale a pena!

Pe. Carlos Eduardo Nascimento
Paróquia Nossa Senhora de Fátima | Monte Aprazível

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