Política

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A crise instalada no coração do Palácio do Planalto com as denúncias contra o presidente Michel Temer é ruim para o País todo de maneira geral, mas para Rio Preto de maneira especial. Não pelo que a cidade possa perder, mas pelo que pode deixar de ganhar. Parceiro de Temer no PMDB – até foi citado na fatídica carta de rompimento entre ele, quando ainda vice, e a então presidente Dilma Rousseff -, o prefeito Edinho Araújo contava com a boa vontade do presidente para alavancar grandes projetos de sua recém-iniciada gestão. Tanto que acompanhou os últimos acontecimentos de perto. Edinho estava em Brasília na quarta, 17, quando eclodiu o escândalo.

E estava lá para dar andamento a dois importantes projetos para os quais precisa de recursos federais para conseguir tirar do papel: os contornos rodoviário e ferroviário, duas obras milionárias que a Prefeitura não tem dinheiro para tocar sozinha. Nesta quinta, ele permaneceu na capital federal para pedir agilidade nas obras de duplicação da BR-153, que o próprio Temer disse que entregaria até o final de 2018 quando visitou Rio Preto em março. Com o risco de Temer cair ou da instabilidade que sua permanência no cargo pode provocar no governo federal, a expectativa de Edinho de se beneficiar politicamente de sua proximidade com presidente sofreu, no mínimo, um forte abalo.

Fonte: Diarioweb

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