Paróquia São Francisco de Assis

Paróquia São Francisco de Assis



Matriz

Sábado: 19h30

Domingo: 8h, 19h30

Terça-feira: 19h30

Todo dia 4 de cada mês às 20h: Missa de São Francisco de Assis

Toda 1º quinta-feira do mês às 20h: Missa de Cura e Libertação

Toda 1ª sexta-feira do mês: Missa do Sagrado Coração de Jesus – Adoração das 15h às 19h e Missa às 19h30

Todas 3º quartas-feira do mês às 15h: Missa dos Enfermos e Pastoral da Saúde

Todas 4ª quartas-feiras do mês às 20h: Missa do Setor

 

Capelas

São Brás

Sábado às 18h: Missa

Todas 3ª quintas-feiras do mês às 20h: Missa nos bairros

Nossa Senhora do Carmo

Domingo às 9h: Missa

Todas 2ª quartas-feiras do mês às 19h30: Missa de Cura e Libertação

Todas 3ª sextas-feiras do mês às 19h30: Missa nos bairros

São João Paulo II

Todas 2ª quinta-feira do mês às 19h30: Missa

Cemitério Jardim da Paz

Todas 1ª segunda-feira do mês às 07h30: Missa

Atendimento da Secretaria Paroquial

Segunda à sexta: 8h às 12h e 13h30 às 17h30

Sábado: 8h às 12h

 

Confissões

Terça e quinta-feira das 08h às 11h45, antes e após as Missas

 

Outras informações

Batizados: Todo 1º Domingo do mês

Curso de Batismo: Todo 3º Domingo do mês

Nos finais dos anos 1970, Maria Aparecida Gentini Franceschi, seu marido e seus três filhos se mudaram do bairro Santa Catarina para o bairro São Francisco, em Rio Preto. O bairro contava com pouca infraestrutura, que aos poucos foi melhorando com a ajuda do prefeito. Começaram a ser rezados terços à luz da lua, pois não havia iluminação. Só havia luz elétrica nas poucas casas existentes no bairro. Passados alguns meses foi recebida a notícia de que Dom José de Aquino Pereira, bispo na época, havia indicado três irmãs para a evangelização do Bairro. Com chegada das irmãs: Odete, Ana Maria e Ana, iniciaram-se os círculos bíblicos. Como as irmãs não tinham como se locomover, Maria Aparecida as levava até a casa episcopal em busca de apostilas e às reuniões com líderes da diocese. Durante um dos trajetos, conversando com irmã Odete, Maria Aparecida expressou-lhe o desejo de construir uma Igreja para nossa comunidade, com o nome de São Francisco de Assis, ao que a irmã lhe aconselhou a falar com o bispo Dom José ao final de uma reunião. Muito jovem, mas com esperança, Maria Aparecida disse a ele que seu sonho era a construção de uma igreja no bairro, a qual gostaria que fosse dedicada a São Francisco de Assis. D. José ficou muito feliz e disse: “Essa foi a melhor notícia do dia”. Maria foi embora com o coração aquecido por aquele sonho e feliz por ter acreditado nele.

O bispo ainda se prontificou a ajudar no que fosse necessário. Na época, o então vereador Sr. Antonio de Freitas, morador no bairro Parque Estoril, com vida religiosa ativa e membro da congregação Mariana indicou para o senhor bispo D. José de Aquino Pereira o nome do José Carlos Ângelo e Dorvalina Tozato Ângelo, ele que também era congregado mariano para ser o presidente do conselho econômico e assumir a liderança da comissão de festa, acolhendo também o sr. Antônio Geraldo da Silva como vice-presidente. Na ocasião, os dois aceitaram e acolheram com entusiasmo o convite e a missão que lhes foi confiada. A primeira missa celebrada no bairro foi em cima de um caminhão em frente à casa de Maria Aparecida, situada na Rua Natália Tebar, onde Dom José confessou e deu comunhão aos fiéis do bairro e dos bairros vizinhos. A partir daí ocorreram outras Missas celebradas na casa de Maria Aparecida por Dom José, sendo que a última celebrada em casas da comunidade na época foi na residência de José Carlos e Dorvalina. Como o nome do bairro era São Francisco de Assis e como não havia na diocese de São José do Rio Preto nenhuma Paróquia com esse nome, o bispo, juntamente com a comissão que acabava de ser constituída, decidiu dar o nome de capela São Francisco de Assis.

Com a liderança do casal José e Dorvalina e com o apoio dos moradores do bairro, na época foi levantada uma barraca de bambu coberta de sapê. No local, passaram a ser celebradas as missas uma vez por mês, entre elas, uma missa no dia de natal, celebrada por D. José. Nessa barraca também eram promovidas as quermesses para angariar recursos financeiros, onde seis meses mais tarde deu-se início à construção do primeiro salão de festa na comunidade. A imagem maior de São Francisco de Assis, vinda da capital São Paulo como doação de um casal colaborador, percorria as casas onde as pessoas se reuniam às quintas-feiras para rezar o terço e meditar o evangelho. Após o término da construção do salão, às quartas feiras começou-se a rezar a novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Aos sábados, as crianças participavam dos encontros de catequese, que era coordenado pela Dorvalina, sendo ela a primeira catequista do bairro, supervisionada pelas duas irmãs Odete e Odete. Desse momento em diante, a missa passou a ser celebrada aos domingos às oito horas da manhã pelos freis Joaquim e Helio, ambos da Basílica de Nossa Senhora Aparecida. O frei Joaquim acompanhou D. José no lançamento da pedra fundamental da nossa igreja.

Neste mesmo dia, houve também a participação do Pe. Lauro, que pertencia à paróquia de São Benedito. Convidado pelo bispo a ser pároco interino, ele passou a celebrar as missas aos domingos. Querido pelos moradores devido a sua afinidade com as crianças, ele faz parte de nossa história. Não foi encontrada a informação de quanto tempo demorou após término da construção do salão para o inicio da construção e a inauguração da capela. O que se sabe é que o Pe. Isaias foi quem celebrou a primeira missa no novo prédio em comemoração ao dia do padroeiro. Junto com ele, concelebrava o padre agostiniano Jesus. No salão construído continuavam as novenas, a catequese, os terços, os dias de vivência e os encontros de jovens. O Pe. Isaias pertencia à congregação dos Agostinianos. Ele, de nacionalidade espanhola e que era responsável pelo colégio São José, foi convidado pelo bispo D. José a assumir como novo pároco, ficando responsável pelas três comunidades: a recém-criada paróquia de Santa Rita e as capelas São Francisco de Assis e Santa Mônica.

Pe. Isaias, devido ao seu conhecimento da organização Adveniat da Igreja Católica Alemã e da ajuda humanitária que esta organização prestava às comunidades carentes, sobretudo aos países como o Brasil, logo que assumiu as três comunidades,  reinvidicou ajuda financeira. Por isso, elaborou e organizou toda a documentação exigida e enviou para a Alemanha. Em poucos meses, recebeu os recursos necessários para o término da capela São Francisco de Assis. Em seguida, fez nova solicitação de mais recursos para iniciar e terminar a igreja Matriz de Santa Rita. Foi também ele o responsável pela criação e pelo início da comunidade católica de Santa Mônica. Pe. Isaias usava toda suas sabedoria religiosa e seus dons espirituais, colocando-os a serviço do povo. Era de conduta conservadora – muito exigente com as tradições da igreja – mas trabalhador e fiel à missão evangelizadora. Ele gostava de estar junto do povo nas três comunidades. As gincanas promovidas no colégio São José para angariar roupas, enxovais de bebê, brinquedos e alimentos eram distribuídas para o povo e para crianças carentes na periferia do bairro. Também foi criada pelo padre Isaias a oficina de Santo Agostinho. Formou-se, então, um grupo de mulheres voluntárias nas três comunidades. Esse grupo de senhoras passou a promover bazares beneficentes e os recursos eram destinados para a compra de tecidos. Elas mesmas cortavam e confeccionavam os enxovais que depois seriam distribuídos gratuitamente a mães carentes nas três comunidades.

Em fevereiro de 1994 toma posse como pároco de nossa comunidade o padre José Luiz, dando continuidade aos trabalhos pastorais. Ele formou a equipe de liturgia. O mesmo pároco pediu à Alemanha e foi atendido com a vinda de uma imagem de Maria Rosa Mística à capela, a qual até hoje se encontra conosco. A imagem foi recebida com uma procissão no bairro. Padre José Luiz deu continuidade à construção das salas de catequese. Padre Ciriaco Madrigal assumiu a comunidade São Francisco como pároco em janeiro de 1998. Com muita dedicação, implantou várias pastorais juntamente com os leigos da comunidade, dando muito incentivo a todos. Com a oficina de Santa Rita, trabalhando com muito empenho, Padre Madrigal teve a ideia de formar novas oficinas na diocese. Então, foram criadas outras 13 oficinas ao longo dos anos. Em 2004, o sacerdote descobriu que tinha uma enfermidade. No entanto, mesmo doente, continuou fiel à sua caminhada paroquial para não abandonar suas ovelhas. Muitas são testemunhas do esforço que o padre Madrigal fazia para celebrar missas, mesmo com dificuldades para se locomover e ficar em pé. Suas homilias e consagrações foram várias vezes realizadas sentadas em uma cadeira ou em um banquinho. Além disso, o padre Madrigal não deixou de frequentar reuniões de pastorais e movimentos. Ele nunca deixou a comunidade sozinha, mesmo estando hospitalizado. Padre Madrigal sempre teve o apoio de outros padres agostinianos, como o padre José Luis, o padre Agustin e o padre Eliseu. Em dezembro de 2006, ele encerrou seu trabalho como pároco para continuar seu tratamento na Espanha, onde reside atualmente. Em agosto de 2006, já havia sido ordenado sacerdote da ordem agostiniana o frei Aparecido Salvador dos Santos. Este jovem sacerdote veio a Rio Preto e deu continuidade ao trabalho do padre Madrigal a partir de janeiro de 2007. Neste mesmo ano, Dom Paulo, bispo diocesano de São José do Rio Preto fez muitas visitas à Paróquia. Após conversas com os padres agostinianos, o bispo anunciou que a capela São Francisco iria se tornar paróquia em fevereiro de 2009. Tal notícia foi recebida com muita alegria pela comunidade.

Em 08 de agosto de 2008, foi ordenado diácono da diocese de São José do Rio Preto o padre Marcio Tadeu Reiberti A. de Camargo, que foi enviado à nossa comunidade com a missão de ser nosso novo orientador espiritual. O mesmo foi ordenado presbítero em 20 de fevereiro de 2009 na catedral de São José, em Rio Preto. No ápice de nossa história, em 27 de fevereiro de 2010, Dom Paulo Mendes Peixoto elevou a antiga capela São Francisco de Assis à condição de paróquia, tendo como seu novo administrador paroquial o recém-ordenado padre Marcio Tadeu Reiberti Alves de Camargo. Depois disso, muita coisa já aconteceu. As salas de catequeses foram reformadas a partir de uma doação financeira e se tornaram um grande centro de pastoral com dois andares. Além disso, o trabalho de evangelização avançou. Em novembro de 2011, Padre Márcio foi transferido para a Paróquia Senhor Bom Jesus, em Votuporanga, Dom Paulo nomeou como pároco o Padre Nilson de Paula Resende, e em 2015 Dom Tomé nomeou um novo pároco, Padre Eliseo López Bardón, que exerce suas atividades pastorais até os dias atuais.

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