Eventos › 22/05/2018

Novena e Festa de Santa Rita

Terça-feira próxima, dia 22 de maio, celebraremos Santa Rita de Cássia, a santa dos impossíveis. Leia a história e a programação da Novena e da Festa da Paróquia de Santa Rita, no Jardim Santa Maria. 

 

Quem foi essa santa?

Nasceu na Itália, no século XV, uma pequena menina chamada Margherita, apelido Rita, Rita de Cássia. Na pequena cidade de Roccaporena, essa menina nasceu e foi prometida em casamento a um rapaz chamado Paulo Ferdinando. Com 12 anos de idade ela se casa contra a sua vontade e ali ela vive uma vida totalmente voltada para a conversão do seu marido.

De temperamento irascível, o marido lhe fez sofrer, e sofrer muito, mas Rita não desistiu de rezar pelo seu esposo, de tal forma que depois, vitoriosamente, conseguiu a conversão de seu marido, mas, infelizmente, seu marido foi assassinado por rivais políticos aos quais ele tinha outrora, antes de sua conversão, ofendido.

Ela começa a viver sua viuvez como um exemplo divino, de verdadeira dedicação para a salvação e a conversão de seus filhos. Ou seja, os filhos de Rita precisavam ser educados na fé e ela de fato se empenhou nisso pela salvação eterna de seus filhos. Mas quando eles foram se tornando adolescentes, eles começaram – desenvolvendo toda a sua virilidade e masculinidade – a querer vingar a morte do pai. Santa Rita então pediu a Deus a graça, a graça divina da conversão de seus filhos, mas que se Deus, que tudo conhece, visse eles iriam se perder com este pecado terrível da vingança, que Ele os levasse.

Santa Rita, então, demonstra verdadeira fé, de que é muito mais importante viver a felicidade no céu de que viver uma felicidade que, aqui na terra, é temporária e passageira, e que infelizmente, pode nos garantir o inferno por causa das nossas desobediências e nossos pecados.

 

Deus ouve Rita

O pedido de Rita é atendido. Então seus dois filhos morrem, um depois do outro, convertendo-se, ou seja, perdoando os assassinos do próprio pai, no leito de morte, recebendo os sacramentos e garantindo assim a sua salvação eterna. Rita agora está livre para se dedicar à vida que ela sempre sonhou, que é de ser religiosa.

 

Rita recebe o milagre

Ela bate à porta do convento das agostinianas, mas elas não aceitam viúvas. Então ela se retira em casa para viver como eremita, ela que insistiu tanto com as agostinianas que a recebessem, recebe de Deus um milagre: depois de alguns anos como eremita na sua casa, Rita é levada milagrosamente por Deus para dentro do convento das religiosas; estando todas as portas e janelas inacessíveis, ela, milagrosamente, aparece lá dentro. As religiosas, então, se convencem, “é um sinal de que Deus de fato quer Rita como religiosa dentro do nosso convento”. E ali ela vive a vida exemplar de religiosa se configurando à Paixão de Cristo até a um ponto que, um dia, um espinho da cruz de Cristo sai da coroa de espinhos e vem para sua testa, causando no local um ferida tremenda – que também tinha um odor terrível e fazia com que Rita vivesse isolada. Era a vontade de Deus para que Rita chegasse ao cume da santidade.

O seu isolamento nos últimos quinze anos e nos últimos quatro anos de vida uma doença dolorosíssima para que se visse que era sinal caríssimo de que aquela chaga era vontade divina, um dia Rita quis ir a Roma com a comunidade e Deus curou aquela chaga para que ela pudesse ir a Roma, já que a comunidade se recusava viajar com ela, com aquele odor terrível das feridas.

Depois de sua morte, começa uma nova vida, a vida de ser uma grande intercessora, a santa dos impossíveis, para todos os estados de vida, para todos os fiéis católicos.

Santa Rita, rogai por nós!

 

Fonte: Homilia Diária.540: Memória de Santa Rita de Cássia

 

Cartaz

 

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