Eventos › 01/08/2016

Paróquia Cristo Rei celebra “O perdão de Assis”

A paróquia Cristo Rei celebra nesta terça-feira, 02, o “Perdão de Assis”.

Segundo a tradição, em 1216 São Francisco relatou ao Papa Honório III, ter visto e conversado com o próprio Cristo na igreja da Pontiúncula próxima da cidade de Assis. A partir desde momento, o Papa Honório III aprovou o que mais tarde passou a ser chamado de “O perdão de Assis”, celebrado todos os anos no dia 02 de Agosto, onde a Igreja concede Indulgência Plenária aos fiéis que se dedicarem às condições propostas pela Igreja.

Confira a programação

Condições para receber a indulgência plena do Perdão de Assis (para si mesmo e para os defuntos)

No dia 2 de agosto de cada ano, pode se adquirir a Indulgência Plenária, com as seguintes condições:

• Visitando uma igreja paroquial, onde se reza o Credo, para afirmar a própria identidade cristã; e o Pai Nosso, para afirmar a própria dignidade de filhos de Deus recebida no Batismo;

• Confissão sacramental para estar em graça de Deus (oito dias antes ou depois);

• Participação na Missa e comunhão eucarística;

• Uma oração nas intenções do Papa. A indulgência só pode ser lucrada uma vez.

Na Paróquia Cristo Rei

• Confissões individuais no sábado, dia 30 de julho (8:30 às 11h e 15 às 17h)

• Confissões individuais na segunda-feira, dia 01 de agosto (15 às 17h)

• Missa Solene do ‘Perdão de Assis’ ás 19:30h, na terça-feira, dia 02 de agosto

• Confissões individuais, dias 03,04 e 05 de agosto (15 às 17h)

PAROQUIA CRISTO REI]

Paróquia Cristo Rei | São José do Rio Preto/SP
Rua Antônio Homsi, 475, Bairro: Cristo Rei
Informações: (17) 3218-2300

O Perdão de Assis – História

Segundo o testemunho de Bartolomeu de Pisa, a origem desta celebração se deu assim:

“Uma noite, do ano do Senhor de 1216, São Francisco estava compenetrado na oração e na contemplação na igrejinha da Porciúncula, perto de Assis, quando, repentinamente, a igrejinha ficou repleta de uma vivíssima luz e Francisco viu sobre o altar o Cristo e à sua direita a sua Mãe Santíssima, circundados de uma multidão de anjos. Francisco, em silêncio e com a face por terra, adorou a seu Senhor.

Perguntaram-lhe, então, o que ele desejava para a salvação das almas. A resposta de São Francisco foi imediata: “Santíssimo Pai, mesmo que eu seja um mísero pecador, te peço que, a todos quantos arrependidos e confessados, virão a visitar esta igreja, lhes conceda amplo e generoso perdão, com uma completa remissão de todas as culpas”.

O Senhor lhe disse: “Ó Irmão Francisco, aquilo que pedes é grande, de coisas maiores és digno e coisas maiores tereis: acolho portanto o teu pedido, mas com a condição de que tu peças esta indulgência, da parte minha, ao meu Vigário na terra (Papa)”.

E imediatamente, Francisco se apresentou ao Pontífice Honório III que, naqueles dias encontrava-se em Perusia e com candura lhe narrou a visão que teve. O Papa o escutou com atenção e, depois de alguns esclarecimentos, deu a sua aprovação e disse: “Por quanto anos queres esta indulgência”? Francisco, respondeu-lhe: “Pai santo, não peço por anos, mas por almas”.

E feliz, se dirigiu à porta, mas o Pontífice o reconvocou: “Como, não queres nenhum documento”? E Francisco respondeu-lhe: “Santo Pai, Deus cuidará de manifestar a obra sua; eu não tenho necessidade de algum documento. Esta carta deve ser a Santíssima Virgem Maria, Cristo o Escrivão e os Anjos as testemunhas”.

E poucos dias mais tarde, junto aos Bispos da Úmbria e ao povo reunido na Porciúncula, Francisco anunciou a indulgência plenária e disse entre lágrimas: ”Irmãos meus, quero mandar-vos todos ao paraíso!”

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