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Romaria ao Santuário de Nossa Senhora da Conceição Aparecida

Guilherme Oliveira Poloni

Renan Leite Bernardo

Tyrone Ricardo Caetano

Seminário Propedêutico Nossa Senhora da Paz

 

No dia 29 de agosto de 2016 os seminaristas da diocese de São José do Rio Preto e da recém criada diocese de Votuporanga juntamente com o Bispo Dom Tomé Ferreira da Silva, padres, religiosas e leigos se fizeram romeiros rumo ao Santuário de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

A Diocese foi escolhida por padres redentoristas para receber a imagem peregrina em comemoração aos 300 anos de aparição no Brasil de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. A Imagem passará em todas as comunidades paroquiais da Diocese de São José do Rio Preto levando a esperança e a boa nova do Senhor por meio de sua Mãe.

No dia 30 pela manhã, o grupo chegou em Aparecida e a emoção já tomava conta de todos. A missa teve inicio às 9 horas, presidida por Dom Tomé. Em sua homília partilhou a importância e alegria em receber a imagem que percorrerá as paróquias da Diocese. A imagem peregrina foi entregue ao bispo e depois ao vigário geral da Diocese, Padre José Irineu Vendrami para que a elevasse pedindo a benção e proteção para o retorno do grupo de peregrinos.

Após a entrega da imagem, o grupo retornou para São José do Rio Preto. O povo já aguardava ansiosamente a chegada da mãe Aparecida, que foi recepcionada com muito calor humano, alegria, fogos de artifício e pela banda da Policia Militar na praça Rui Barbosa, em frente a catedral São José. Depois da recepção calorosa todo o povo se deslocou para o interior da Catedral para a celebração Eucarística de acolhida de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. 

A romaria permitiu a nós seminaristas renovar a fé e agradecer por todas as dificuldades, alegrias e tristezas que nos fazem crescer enquanto pessoas para ir ao encontro do povo de Deus e olhar como Nossa Senhora Aparecida, por meio de seu olhar de misericórdia.

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!

 

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Dia Nacional do Catequista 

Renan Leite Bernardo

Seminário Propedêutico Nossa Senhora da Paz

 

No dia 28 de agosto a Paróquia São João Batista, da cidade de Américo de Campos, estava em festa com a comemoração do Dia Nacional do Catequista. O encontro foi marcado pela despedida de algumas cidades da Diocese de São José do Rio Preto, diante da criação da Diocese de Votuporanga. Os participantes tiveram a oportunidade de fazer amigos, rever os conhecidos e de se abastecerem ainda mais da fonte inesgotável que é Jesus. A recepção foi conduzida pelo padre Roberto Bocalete, que abriu as portas do coração e da paróquia para todos os catequistas.

O encontro foi excepcional e enriquecedor. O padre Márcio Tadeu, da Paróquia Senhor Bom Jesus, de Votuporanga, explanou sobre a misericórdia e a comparou com um bombom “se você prova uma vez, vai querer provar mais e mais vezes”, mas advertiu que é preciso provar com cautela, “porque no mundo existem bombons diversos que podem ofuscar a visão com sua embalagem e nos cegar para não vermos, não sentirmos e não sermos misericordiosos com o outro.”

Posteriormente, o padre Roberto e padre Márcio explanaram sobre o querigma, as obras de misericórdia temporais e espirituais e a importância de ser misericordioso ou olhar para o outro com o olhar da misericórdia de Deus. “Ser misericordioso como o pai é deixar que o nosso coração bata com o de Cristo” e “muito mais que saber é preciso sentir a presença de Deus nos abrindo para a Sua graça, que em nossas quedas nos levanta e nos coloca de pé. É preciso exercer a misericórdia dentro de nossas casas com nossa família, no trabalho, em todos os lugares. Precisamos das obras de misericórdia, pois elas curam as cicatrizes do pecado e fazem toda diferença para nossa caminhada cristã, servem como ‘remédio’ que cura as lacunas que desenvolvemos com o pecado, assim podemos nos identificar com o coração do outro.”

As obras corporais são exercícios de misericórdia: dar comida a quem tem fome, dar de beber a quem tem sede, vestir os nus, acolher o irmão, visitar os presos, visita e unção aos enfermos e sepultar os mortos. Tudo isso é nosso dever enquanto cristãos e um gesto concreto de amor.

A marca do querigma é anunciar o abraço misericordioso de Deus. É preciso anunciar de forma paciente e não desistir de Deus e nem dos irmãos. Precisamos ter em mente que a graça de Deus é maior que o pecado. O Pai vem ao nosso encontro não porque somos bons, mas porque Ele nos ama, devemos fazer o mesmo e amar nosso irmão.

A programação contou ainda com almoço, música e entrega de brindes. O encontro encerrou-se com a Santa Missa, presidida por Dom Tomé Ferreira da Silva, que destacou a importância dos catequistas e o quanto é difícil essa missão evangelizadora e também sobre Maria, a primeira catequista que deu seu sim. “Devemos nos inspirar no modelo de Maria e continuar a dizer nosso sim.”

Fotos: Paróquia São João Batista 

A realeza da misericórdia de Deus

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Felipe Gomes

Seminário Propedêutico Nossa Senhora da Paz

 

Deus amou tanto o mundo que entregou seu filho unigênito (Jo 3,16) para morrer por nós. Isso torna Jesus o rosto da misericórdia do Pai e fundamenta a nossa fé cristã.

A misericórdia de Deus pode ser percebida desde o Antigo Testamento na sua revelação a Moisés: “Eu sou Aquele que Sou” (Ex 3,14). Ou seja, o Pai está presente, é bondoso, compassivo, clemente, vagaroso na ira e cheio de fidelidade, elementos que destacam a sua misericórdia.

O Pai se comunica com seus filhos adotivos de forma imediata, isto é, deixa-se experimentar, conhecer a plenitude do seu amor incomensurável. Para isso, é necessário ser misericordioso como Ele. É preciso irmos aos centros periféricos ao encontro daqueles que estão abandonados, excluídos, desintegrados da dignidade humana, pois a misericórdia é apresentada como força que tudo vence, enche o coração de amor e consola com o perdão. Ela é um ideal de vida e critério de nossa fé.

É preciso viver e sentir o “império da misericórdia”, caminho que une Deus e o homem porque abre o coração da humanidade à esperança de todos serem amados para sempre apesar da limitação do pecado. Assim como o bom samaritano aproximou-se daquele homem caído e tratou-lhe as feridas derramando nelas óleo e vinho, colocando-o, depois, sobre o seu próprio animal e levando-o a uma pensão onde cuidou dele (cf. Lc 10,34), devemos viver as obras da misericórdia, nas quais encontramos o verdadeiro sentido cristão.

Deste modo, é possível contemplar a misericórdia de Deus e assumi-la como próprio estilo de vida. “Sede misericordiosos, como vosso Pai é misericordioso” (Lc 6, 36) – aí esta a essência instrumental referente à mesma que devemos experimentar e viver, afinal, temos a prova de como Deus nos ama.

Façamos as obras de misericórdia corporais: dar de comer aos famintos, de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos; e busquemos pôr em prática também as espirituais: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas e rezar pelos vivos e defuntos.

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

Misericordiae Vultus – O rosto da misericórdia. São Paulo: Paulus / Loyola, 2015.

 

 

O Pecado

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“Com efeito, pela desobediência de um só homem, a humanidade toda tornou-se pecadora, assim também pela obediência de um só, todos se tornarão justos” (Rm 5,19)

Por Seminarista Diogo de Oliveira – Propedêutico

Diocese de São José do Rio Preto, SP

A realidade do pecado, se desenvolve a partir dos nossos primeiros pais, Adão e Eva, que ao desobedecerem a Deus, usaram de sua liberdade e escolheram o mal. Essa desobediência manchou toda a humanidade, havendo a partir deles uma propagação do pecado por toda a humanidade até os dias de hoje.

No Catecismo da Igreja Católica em seus incisos 1849 a 1851, vemos a definição de pecado segundo a ótica católica. Sabemos então a partir disso, que o pecado é uma ofensa a Deus, na qual o homem usando de sua liberdade pessoal escolhe não corresponder a vontade amorosa de Deus para conosco. “O pecado é contrário ao amor que Deus nos tem e afasta d’Ele os nossos corações” (CIC 1850).

O pecado ao passo que nos afasta da misericórdia de Deus, também fere as nossas relações humanas e a solidariedade para com os irmãos. O pecado gera um rompimento com Deus a partir da natureza, representação da criação de Deus, e dos irmãos, com quem devemos usar de caridade. No entanto, ao escolhermos pelo mal do pecado ferimos a natureza e os irmãos, ferindo assim diretamente a Deus.

Contudo, sabemos que Cristo veio à Terra para salvar aqueles que estavam perdidos, ele mesmo nos diz que: “Não os saudáveis que precisam de médico, mas os doentes. Eu vim para chamar os pecadores não os justos” (Mc 2, 17). A partir da sua entrega amorosa na cruz, Jesus nos abre as portas da misericórdia, convidando-nos assim a nos arrependermos dos nossos pecados e voltar para Deus, buscando assim restaurar a nossa relação para com Ele a partir da natureza e dos irmãos.

20150716_141508“Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós” (I Jo 1, 8). Para então retornarmos ao amor misericordioso de Deus e reviver a graça de sua presença precisamos reconhecer nossos pecados, e procurar então a graça santificante do sacramento da Reconciliação, que a Igreja nos oferece para assim restabelecermos a comunhão com Deus.

E assim deve ser constantemente em nossas vidas, precisamos buscar reviver constantemente a graça de confessar os nossos pecados e obter o perdão misericordioso de Deus. “Não temas! Mesmo que tenhas cometido todos os pecados deste mundo, Jesus repetir-te-ia as palavras: ‘Os teus muitos pecados estão perdoados, porque muito amaste’” São Padre Pio.

A busca da Reconciliação é, portanto, um ato de amor a Deus que nos salva, e nela acontece aquilo que nos diz o apóstolo: “Onde, porém, se multiplicou o pecado a graça transbordou” (Rm 5,20). Busquemos então sempre a graça de nos reconciliarmos com Deus e assim caminhar dia a dia para a glória celeste que nos é reservada. 

Fazer a vontade do Pai

Primeiro vale a pena conhecermos a vontade de Deus para nossa vida: o Catecismo nos orienta que a vontade de nosso Pai é que sejamos salvos, conheçamos a Verdade e nos amemos uns aos outros, assim como Ele nos amou. É desejo de Deus a nossa felicidade, que sejamos pessoas conscientes e livres, que assumamos nossa vocação batismal de evangelizadores e seguidores, que sejamos místicos e perseveremos na construção do Reino. Sendo assim, Deus sabe o que é melhor para nós e sua vontade é plenamente alicerçada no amor.

O PAI NOSSO E OS 7 RAIOSConhecemos a vontade divina por meio de Jesus Cristo, que com sua encarnação, vida e ensinamentos mostrou-nos o “rosto de Deus” e realizou plenamente sua vontade. Jesus nos ensina a sermos humildes, a confiarmos nos desígnios de Deus, a fazer-nos ver que nossas virtudes não dependem somente de nosso próprio esforço, mas da graça de Deus que nos abraça. Conhecemos a vontade de Deus também pela oração, que nos ensina a discernir o caminho a seguir e contribui para obter a perseverança para cumpri-lo.
Deveríamos, também, ter clareza de que as fatalidades e doenças, acidentes e maldades, roubos e assassinatos não são vontades divinas em nossas vidas: há muitas tragédias provocadas por erros humanos; doenças que são consequências da ganância e do egoísmo. Isso, na verdade, são escolhas das pessoas e não vontade de Deus. Não podemos cair nesse erro!
Outro problema é quando rezamos pedindo que seja feita a vontade de Deus em nossa vida e agimos de modo contrário, fazendo a nossa vontade, muitas vezes “brigando” com Deus quando nossos caprichos não são realizados. Ainda, pior quando rompemos o céu com gritos querendo manipular Deus, ordenando o que Ele deve fazer por mim. Deus sempre favorece o bem daqueles que ama. Deus, que é providência, sempre vai nos atrair para a verdade, a justiça e a salvação, basta que observemos a escrita de Deus em nossas vidas e deixemos “Deus ser Deus” em nossa história.

Pe. Roberto Bocalete 

Administrador Paroquial da Paróquia São João Batista – Américo de Campos

Os títulos de Jesus

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Encontramos nos textos bíblicos vários nomes dados a Jesus, muito importantes para compreensão da ressurreição, dos títulos messiânicos e identificação destes títulos com Jesus: Filho de Deus, Senhor, Messias, Cristo, Filho de Davi, Filho do homem, Servidor e Profeta, títulos da literatura de Israel que apontam para identidade de Jesus.

No Catecismo, explica-se que o nome JESUS, “Yeshuá” em aramaico, quer dizer Deus salva. Deus é a identidade e o fato de salvar refere-se a sua missão. CRISTO quer dizer Aquele que foi ungido. “Cristós” (grego)/ “meshiah” (hebraico): Messias (enviado), ungido (pelo Espirito para missão de rei, sacerdote e profeta), escolhido. O termo “Messias/ Cristo” é título de origem palestina, presente nos profetas que esperavam o Messias: da descendência de Davi virá o ungido para governar o povo de Deus e esse messias reinará. O título messias (ungido) Jesus nunca atribui a si mesmo. Sempre são os outros que dizem que Jesus é o Messias, até mesmo de maneira confusa (Mc 8,27). Jesus não se reduz a concepção judaica de messias, mas com Jesus há um salto para uma concepção cristã, o messias passa pela cruz. É na cruz que coexiste a exaltação.

“Senhor”, ou Kyrios, era título dado somente a Deus (Adonai), transferido para Jesus, entendido como vivente, exaltado. O que estava morto venceu a morte e vive. Tal título foi dado pela ressurreição: Jesus Cristo é o Senhor! O título de Senhor evidencia que o louvor, o poder, a honra, o domínio e a glória são dele: o senhorio sobre o mundo e a história, do princípio ao fim, pelos séculos dos séculos, são de Jesus (Ap 5,11-14).

O termo Filho aparece com vários complementos: de Davi, de Abraão, de Deus, do homem. Jesus é chamado de FILHO, por haver um Pai. Jesus é o Filho único de Deus: no Batismo entendemos “este é meu Filho amado” (Mt 3,17), na Transfiguração: “este é meu Filho amado”, o Centurião no momento da morte: “este é o Filho de Deus” (Mc 15,39), Pedro faz sua profissão de fé: “tu és o Filho do Deus vivo” (Mt 16,13).

“Filho de Deus” é o título de significado ontológico, que quer dizer sobre o ser de Jesus. Ele não é simplesmente o filho de José, mas de Deus e chama Deus de Pai, tem clara sua fidelidade ao projeto. Este título aparece no início Marcos e volta a aparecer na boca do centurião, diante da cruz. Só é possível confessar Jesus como Filho de Deus se paralelamente o confessamos a partir da cruz. Nos evangelhos Jesus faz uso do termo Abba! Esse título também é falado por Deus mesmo no batismo e na transfiguração. Na releitura pós–pascal é o título da compreensão divina.

“Filho de Davi” está presente em 2 Sm 7,12 – “estabelecerei seu trono real”- o anunciado por Natã é Jesus; 2 Sm 7,16 – “Bendito o reino que vem do nosso pai Davi”, depois confirmado em Lc 1,32 “Deus lhe dará o trono de Davi”.

“Filho do homem” está presente em Dn 7,13, é título apocalíptico e escatológico identificado a Jesus: ser humano, homem que ultrapassou a condição humana. Jesus se explicava como Filho do homem (Mt 8,20), e João 3,13 deixa claro que ele virá para inaugurar um novo tempo. A particularidade deste título é que faz referência a humanidade de Jesus, isso mostra que tem consciência sobre a sua humanidade. Em primeiro lugar ele se confessa como filho do homem, e o filho do homem vai morrer. Ele tem consciência de sua humanidade, e sobre a divindade a consciência é progressiva. Reconhecer a humanidade – filho do homem – é condição de possibilidade para ser Filho de Deus.

“O servidor” é resgate da figura do servo sofredor de Isaias (42,1-17; 49,1-6; 50,4-9.10-11; 52,13-53,12), servo animado pelo Espírito na missão profética; servo das humilhações; servo sábio e discípulo; servo do sofrimento, do escândalo, das expiações dos pecados.

“O Profeta” é resgatado por encontrarmos a morte de Jesus na esteira dos profetas, há uma identificação com a consequência do profetismo: a sorte da morte.

O termo Mestre é contraditório. Jesus não era um Rabi, no entanto ensinava com autoridade e devia ser escutado. Se na boca dos seguidores, era um título de admiração, se na boca dos doutores da lei e fariseus, era uma forma de deboche, colocando Jesus em seu devido lugar.

O “Emmanuel”- Deus-conosco é título dado na encarnação (nome dado pelo anjo): O Verbo feito carne agora habitará entre os homens e com ele irá caminhar.

O Sumo-Sacerdote é encontrado na carta Hebreus, destacando Jesus como o novo e grande liturgo, aquele que nos liga a Deus de forma definitiva, sem termos que renovar a aliança a cada ano, ele selou a nova e eterna aliança.

Pe. Roberto Bocalete

Administrador Paroquial na Paróquia São João Batista – Américo de Campos