57ª AG – 2019

57ª AG – 2019

08/05/2019 0 Por Diocese de São José do Rio Preto

Coletiva de Imprensa

Dom Roque: “Falar sobre a questão indígena no Brasil é um desafio, já que no país não quer se respeitar a carta maior, que é a constituição. No Brasil temos 305 povos indígenas. São 114 povos em situação de isolamento livre”.

Dom Roque: “Das 1275 terras dos povos, somente 401 estão demarcadas e 304 em processo de regularização. Mesmo as já demarcadas estão sendo invadidas. Hoje os povos indígenas estão sendo atacados com requintes de crueldade. Os povos indígenas não são inimigos”.

Dom Roque: “Nós enfrentamos hoje essa postura de um governo que disse que não demarcaria mais nenhum centímetro de terras indígenas. A demarcação é um direito constitucional”.

Dom Roque: “Os povos indígenas estão clamando por direitos. Essa população já vivia aqui muito antes da chegada dos portugueses”.

 

Dom Müller: “As novas comunidades são Graça dentro da Igreja. Como todas as estruturas dentro da Igreja, elas também se reportam à Jesus. Bem antes do nascimento de Jesus temos relatos de comunidades religiosas. Nos AT temos expressões de vida mais radical”.

Dom Müller: “Foi precisamente com Constantino que começamos a ter uma busca mais acentuada em eremitérios e vida além do ermo, na vida comunitária. No ano 1030 começam a surgir as cidades.Gregório 7 incentivou os cristãos a não levar uma vida aburguesada”.

Dom Müller: “Antes do CVII tivemos na Europa teólogos que começaram a acenar para a necessidade de grupos leigos a viverem a radicalidade do Evangelho. Hoje eles têm direito de associação para viverem aspectos que foram inspirados pelo Espírito Santo”.

Dom Müller: “Nesta assembleia nós temos o grande desafio de aprovarmos pelo menos um texto de estudo sobre a temática das novas comunidades.Temos hoje as novas comunidades que, na prática, não divergem da vida religiosa consagrada”.

Dom Müller: “Sabemos que na Igreja os carismas sempre surgiram. São dons do Espírito Santos. Os bispos precisam acompanhar esses carismas e ver se essas comunidades têm uma expressão de evangelização ou apenas um desejo de uma pessoa que se proclama fundador(a)”.

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